Ben-u-ron 500mg 20 comprimidos
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Ben-u-ron 500mg 20 comprimidos

Ben-u-ron contém paracetamol como substância activa,
que actua aliviando a dor(analgésico) e diminuindo a febre (antipirético).

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Quantidade

 

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1. NOME DO MEDICAMENTO
ben-u-ron 500 mg comprimidos

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA
Cada comprimido contém 500 mg de paracetamol.
Excipientes:
Sódio - 1,05 mg
Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA
Comprimido
Comprimidos brancos redondos biplanares.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS
4.1 Indicações terapêuticas
ben-u-ron está indicado no tratamento sintomático de situações clínicas que requerem
um analgésico e/ou um antipirético, tais como:
- Sintomatologia associada a estados gripais;
- Febre (com duração inferior a 3 dias);
- Reacções hiperérgicas da vacinação;
- Cefaleias ligeiras e moderadas;
- Enxaquecas com diagnóstico médico prévio, de intensidade ligeira a moderada;
- Dores de dentes, de ouvidos, menstruais, traumáticas, musculares e articulares, de
intensidade ligeira a moderada;
- Analgésico antes e após intervenções cirúrgicas.

4.2 Posologia e modo de administração
A dose a administrar de ben-u-ron 500 mg comprimidos, depende da idade e do peso
corporal. A dose única usual é de 10 - 15 mg de paracetamol por kg de peso corporal e a
dose diária total é de até 50 mg/kg de peso corporal.

ben-u-ron 500 mg comprimidos não é recomendado para crianças com idades inferiores
a 12 anos.

A administração pode ser repetida a intervalos de 4 - 6 horas, isto é 3 – 4 doses por dia.

Posologia habitual para o paracetamol:

 

Peso corporal

 

Idade

Dose única

 

Dose máxima diária (24 h)

41 kg – 50 kg

Adolescentes entre

os 12 e 15 anos

 

1 comprimido

 

 

como limite máximo 4

comprimidos

Acima de 50 kg

Adolescentes entre

os 16 e 18 anos e

Adultos

 

1 – 2 comprimidos

 

como limite máximo 8

comprimidos

 

Dose diária máxima:
A dose diária máxima de paracetamol não deve exceder 4 g/dia.  O paracetamol (acetaminofeno)
é um componente frequente de vários medicamentos em associação.
Deve ter-se em atenção este facto para não exceder a dose máxima diária.

Nos doentes com insuficiência hepática ou com doença de Gilbert a dose deve ser
reduzida ou os intervalos de administração alargados.

Insuficiência renal:
No caso de insuficiência renal, a dose deve ser diminuída.

 

Filtração glomerular

Dose

 

10-50 ml/min

500 mg de 6 em 6 horas

 

<10 ml/min

500 mg de 8 em 8 horas

ben-u-ron 500 mg comprimidos é administrado por via oral.
Os comprimidos podem ser tomados inteiros ou desfeitos em água.
A administração após as refeições pode atrasar o início de acção.
A não ser por indicação do médico os medicamentos contendo paracetamol não devem
ser tomados por mais do que alguns dias, ou em doses elevadas.

4.3 Contra-indicações
 Paracetamol está contra-indicado nas seguintes situações:
- doença hepática grave.
- hipersensibilidade ao paracetamol ou a qualquer dos excipientes.

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização
 ben-u-ron 500 mg comprimidos é recomendado para adultos e crianças, com idade igual
ou superior a 12 anos.

Em doses terapêuticas o paracetamol é relativamente atóxico. No entanto, é possível o
aparecimento de reacções cutâneas do tipo alérgico, até situações anafiláticas.

A toma de doses diárias múltiplas numa única administração pode lesar gravemente o
fígado.

Estão descritos casos de necrose hepática em doentes que receberam doses elevadas de
paracetamol.

Aconselha-se precaução ao administrar-se paracetamol a doentes com insuficiência
renal moderada e grave, insuficiência hepática ligeira a moderada (incluindo a síndrome
de Gilbert), insuficiência hepática grave (Child-Pugh>9), hepatite aguda, tratamento
concomitante com medicamentos que afectam a função hepática, deficiência de
glucose-6-fosfato desidrogenase, anemia hemolítica, alcoolismo, desidratação e
malnutrição crónica.

A dose máxima de 8 comprimidos nos adultos e de 4 comprimidos nas crianças, por
dia, não deve ser ultrapassada, salvo expressa indicação médica. Não é recomendada a
administração prolongada ou frequente deste medicamento. O uso prolongado deste
medicamento pode provocar alterações renais. O uso prolongado de analgésicos, ou o
uso inapropriado de doses elevadas, pode provocar cefaleias, que não devem ser
tratadas com doses aumentadas do medicamento.

O medicamento não deve ser utilizado durante mais de 10 dias nos adultos e mais de 5
dias em crianças, excepto se prescrito pelo médico.

O risco de sobredosagem é maior naqueles com doença hepática de origem alcoólica
não cirrótica. Devem tomar-se precauções em caso de alcoolismo crónico. Neste caso, a
dose diária não deve exceder 2 gramas. Não se deve utilizar álcool durante o tratamento
com paracetamol.

Em situações de febre elevada (superior a 39 ºC), febre de duração superior a 3 dias ou
febre recorrente, o paracetamol não deve ser usado, excepto se prescrito pelo médico,
pois estas situações podem indicar uma doença grave que necessite de avaliação e
tratamento médico.

Durante o tratamento com ben-u-ron não tomar outros produtos contendo paracetamol.

4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção
A administração simultânea de paracetamol com outros fármacos, que aumentam a
indução enzimática ao nível hepático, p. ex. determinados sedativos e anticonvulsivantes
(incluindo fenobarbitona, fenitoína, carbamazepina) e rifampicina,
pode provocar ou agravar a lesão hepática. O mesmo se aplica à administração de
paracetamol em situações de alcoolismo crónico.

A administração simultânea de paracetamol e cloranfenicol pode atrasar marcadamente
a excreção de cloranfenicol, aumentando as suas concentrações plasmáticas e causando
um aumento do risco da toxicidade.

Ainda não é possível avaliar o significado clínico das interacções entre o paracetamol e
os derivados cumarínicos. O uso a longo prazo deste medicamento em doentes que
estão a receber o tratamento com anticoagulantes orais apenas deve ser efectuado sob
vigilância médica.

Foi observada a potenciação dos efeitos da varfarina com a toma continuada de doses
elevadas de paracetamol.

A administração concomitante de paracetamol e AZT (zidovudina) pode aumentar a
incidência ou o agravamento de neutropénia. O paracetamol apenas deve ser tomado
simultaneamente com AZT se recomendado pelo médico.

Quando o paracetamol é administrado simultaneamente com agentes que causam atraso
no esvaziamento gástrico, p. ex. propantelina, a absorção e o início de acção do
paracetamol podem ser retardados.

A ingestão simultânea de fármacos que provocam a aceleração do esvaziamento
gástrico, p. ex. metoclopramida e domperidona, aumenta a absorção e antecipa o início
de acção do paracetamol.

A colestiramina reduz a absorção do paracetamol. Assim e para que tal não ocorra, o
paracetamol deve ser administrado uma hora antes ou 4 horas depois da resina.

A associação de paracetamol e medicamentos antiepiléticos (incluindo a fenitoína,
barbitúricos, carbamazepina) indutores das enzimas hepáticas pode aumentar a
toxicidade hepática induzida pelo paracetamol devido ao aumento da conversão do
fármaco a metabolitos hepatotóxicos. Geralmente não é necessária a redução das doses
em doentes que recebam concomitantemente doses terapêuticas de paracetamol e
antiepilépticos. Contudo, os doentes devem limitar a automedicação com paracetamol
quando estão medicados com antiepilépticos.

O probenecida causa uma diminuição de quase 2 vezes da depuração do paracetamol
inibindo a sua conjugação com o ácido glucurónico. Deve considerar-se a diminuição
da dose de paracetamol no tratamento concomitante com probenecida.

4.6 Fertilidade, gravidez e aleitamento
Existe evidência epidemiológica e clínica sobre a segurança da administração de
paracetamol durante a gravidez. Contudo, o paracetamol apenas deve ser utilizado
durante a gravidez após uma avaliação cuidadosa da taxa risco-beneficio.

O paracetamol é excretado no leite materno, mas em quantidades clinicamente
insignificantes. Após uma dose única de 650 mg, foi medida no leite materno uma
concentração média de 11 microgramas/ml. Uma vez que no lactente não foram
demonstrados efeitos adversos, como norma durante o tratamento com paracetamol não
é necessária a interrupção do aleitamento.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas
O paracetamol não interfere com a capacidade de condução ou utilização de máquinas.
No entanto, deve ter-se em consideração que durante o tratamento com paracetamol
podem ser observados como efeitos indesejáveis sonolência ligeira e vertigens.

4.8 Efeitos indesejáveis
O paracetamol é geralmente muito bem tolerado, quando administrado nas doses
terapêuticas recomendadas.

As reacções abaixo são listadas por ordem decrescente de frequência de ocorrência:

Muito frequentes   (>1/10)
Frequentes    (>1/100, <1/10)
Pouco frequentes    (>1/1.000, <1/100)
Raros    (>1/10.000, <1/1.000)
Muito raros    (<1/10.000), incluindo as notificações isoladas

Doenças do sangue e do sistema linfático
Muito raros: distúrbios da hematopoiese (trombocitopenia, leucopenia, casos isolados
de agranulocitose, pancitopenia)

Doenças do sistema nervoso
Frequentes: sonolência ligeira
Pouco frequentes: vertigens, sonolência, nervosismo

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Pouco frequentes: sensação de ardor faríngeo
Muito raros: em doentes predispostos broncoespasmo (asma analgésica)

Doenças gastrointestinais
Frequentes: náuseas, vómitos
Pouco frequentes: diarreia, dor abdominal (incluindo cãibras e ardor), obstipação

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Raros: eritema

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Pouco frequentes: cefaleias, transpiração/sudação, hipotermia
Muito raros: reacções alérgicas, reacções de hipersensibilidade exacerbadas ao
paracetamol (edema de Quincke, dispneia, acessos de sudação, náuseas, queda da
tensão arterial, até mesmo choque).

Apesar das falhas metodológicas, os dados clínicos/epidemiológicos parecem indicar
que a administração a longo prazo de analgésicos pode causar nefropatia, incluindo
necrose papilar.

4.9 Sobredosagem
A ingestão excessiva de doses elevadas de paracetamol pode conduzir a sinais de
intoxicação com uma latência de 24 a 48 horas. Os doentes podem desenvolver
disfunção da função hepática, necrose hepatocelular e coma hepático (que pode ser
fatal). Pode ocorrer insuficiência renal aguda em consequência da insuficiência hepática
ou, raramente, na ausência desta.

Podem ocorrer os seguintes sintomas da sobredosagem com paracetamol:
- Durante a fase I, que dura entre 12 a 14 horas após a sobredosagem, os doentes
podem, frequentemente, apresentar náuseas, vómitos, sudação, sonolência e mal-estar.
- Durante a fase II, após 24 a 48 horas, verifica-se uma melhoria subjectiva dos
sintomas mas começam a aparecer os primeiros sinais de lesão hepática: dor abdominal
ligeira, hepatomegalia, aumento dos níveis das transaminases e da bilirrubina, tempo de
protrombina prolongado e oligúria.
- Durante a fase III, após 48 horas, os níveis das transaminases atingem o seu máximo,
icterícia, coagulopatia, hipoglicemia, progressão para coma hepático.

Foi reportada a ocorrência de arritmias cardíacas.

Em adultos, a hepatotoxicidade pode ocorrer após a ingestão de uma dose única 10-15 g
(150-250 mg/kg) de paracetamol; doses de 20-25 g ou superiores são potencialmente
fatais. Fatalidades são raras com doses inferiores a 15 g de paracetamol.

Tratamento:
O controlo adequado da sobredosagem com paracetamol exige um tratamento imediato.
Apesar da ausência de sintomas precoces, os doentes devem ser conduzidos à urgência
hospitalar para tratamento imediato.

O tratamento de urgência nos casos de sobredosagem com paracetamol consiste no
esvaziamento gástrico por aspiração ou lavagem gástrica e na administração de carvão
activado (apenas se o antídoto for administrado por via IV, porque por via oral o carvão
activado impede a absorção do antídoto), quando a intoxicação se deu há menos de 4
horas e numa dosagem igual ou superior a 10 g.

Dado que a quantidade de paracetamol ingerida é, geralmente, incerta, e não é fidedigna
para a abordagem terapêutica, a concentração plasmática do paracetamol deve ser
determinada tão breve quanto possível, mas nunca antes de 4 horas após a ingestão
(para assegurar que a concentração máxima ocorreu). O tratamento específico com o
antídoto, a acetilcisteína, deve ser administrado imediatamente (não se deve aguardar
pelos resultados laboratoriais para iniciar a terapêutica da intoxicação) se tiver ocorrido
menos de 24 h desde a ingestão. Os resultados são óptimos se a acetilcisteína for
administrada nas primeiras 16 h, particularmente nas primeiras 8 h. No entanto, há
relatos de sucesso terapêutico mesmo quando a administração da acetilcisteína foi
iniciada 36 horas depois da ingestão do paracetamol.

A dose de carga de acetilcisteína administrada oralmente é de 140 mg/kg, seguida por
uma dose de manutenção oral de 70 mg/kg de 4 em 4 horas durante 17 tomas. Se o
doente é incapaz de reter a acetilcisteína devido a vómitos, a colocação de uma sonda
duodenal permite a administração da acetilcisteína. Se se optar pela administração
intravenosa da acetilcisteína, a dose inicial é de 150 mg/kg de peso corporal durante 15
minutos, seguidos de 50 mg/kg durante 4 horas e depois 100 mg/kg durante as 16 horas
seguintes. Outra alternativa é a administração de 2,5 g de metionina per os, de 4 em 4
horas até um total de 4 doses, se o doente não vomitar e estiver consciente.

Aos doentes com falência hepática deverá administrar-se uma solução de glucose IV
para prevenir a hipoglicemia.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS
5.1 Propriedades farmacodinâmicas
Grupo farmacoterapêutico: 2.10 - Sistema nervoso central. Analgésicos e antipiréticos,
código ATC: N02BE01

O paracetamol tem propriedades farmacológicas de eficácia comprovada como
analgésico e antipirético, embora demonstre fraco efeito anti-inflamatório. O
mecanismo de acção não foi ainda completamente explicado. Está demonstrado que
exerce uma inibição distinta sobre a síntese das prostaglandinas a nível cerebral,
enquanto a síntese das prostaglandinas periféricas é, apenas, inibida ligeiramente. O
paracetamol também inibe o efeito dos pirogéneos endógenos sobre o centro de
termorregulação do hipotálamo.

5.2 Propriedades farmacocinéticas
Após administração oral o paracetamol é rápida e completamente absorvido. A
disponibilidade sistémica é dose-dependente e varia de 70% a 90%. Dependendo das
formulações as concentrações plasmáticas máximas são atingidas após 0,5 – 1,5 horas.
A ligação às proteínas plasmáticas é baixa (até 10%), mas pode aumentar na
sobredosagem. Após metabolismo hepático (conjugação com ácido glucurónico (aprox.
55%), ácido sulfúrico (35%), cisteína e ácido mercaptúrico) os metabolitos
farmacologicamente inactivos são excretados por via renal (apenas 4% são excretados
inalterados). São produzidas pequenas quantidades de metabolitos tóxicos p-aminofenol
e (via N-hidroxilação) N-acetil-p-benzoquinomina. Estes metabolitos são inactivados
pela glutationa e cisteína. A semivida de eliminação média é 1,5 – 2,5 horas.
Geralmente, dentro de 24 horas a excreção é completa.

A semivida é prolongada na presença de insuficiência hepática ou renal, na
sobredosagem e nos recém-nascidos. O efeito máximo e a duração de acção média estão
em parte relacionados com a concentração plasmática.

5.3 Dados de segurança pré-clínica
Nas experiências em animais sobre a toxicidade aguda, sub crónica e crónica do
paracetamol, em ratos e ratinhos, apareceram lesões no tracto gastrointestinal,
alterações na contagem sanguínea e lesões do parênquima hepático e renal. Estas
alterações são atribuíveis ao mecanismo de acção do paracetamol e ao seu metabolismo.
Os metabolitos aos quais são atribuíveis os efeitos tóxicos e as alterações dos órgãos
correspondentes, também foram demonstrados no Homem. Consequentemente, o
paracetamol não deve ser administrado em doses elevadas, durante longos períodos de
tempo.

O paracetamol em concentrações elevadas é genotóxico, in vivo e in vitro. A actividade
genotóxica do paracetamol depende de diversos mecanismos mas as doses não tóxicas
ou terapêuticas não atingem o limiar para o seu desencadeamento.

Estudos prolongados, com administração na dieta, mostraram que o paracetamol não é
carcinogénico em doses não hepatotóxicas, no rato e no ratinho. Considerando o
conhecimento sobre a hepatotoxicidade, o metabolismo e o limiar dos mecanismos
associados à genotoxicidade do paracetamol, os estudos no animal não sugerem
potencial carcinogénico no Homem com doses não hepatotóxicas.

O paracetamol atravessa a placenta.

Os estudos em ratinhos e ratos não revelaram efeito teratogénico ou fetotóxico do
paracetamol. O fármaco evidenciou efeitos adversos sobre a espermatogénese do
ratinho, quando administrado em doses elevadas ao longo de duas gerações.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS
6.1 Lista dos excipientes
Amido de milho
Povidona
Talco
Ácido esteárico
Sílica coloidal hidratada
Carboximetilamido sódico

6.2 Incompatibilidades
Não aplicável.

6.3 Prazo de validade
5 anos

6.4 Precauções especiais de conservação
Conservar a temperatura inferior a 25 ºC.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente
Embalagem de 20 comprimidos acondicionados em blister de PVC/alumínio,
adicionalmente em blister de PVC opaco/alumínio revestido com polietileno.

6.6 Precauções especiais de eliminação e manuseamento
Não existem requisitos especiais.
Os produtos não utilizados ou os resíduos devem ser eliminados de acordo com as
exigências locais.

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